DF entrevista Eduardo Albuquerque

DF entrevista Eduardo Albuquerque

Atualizado: 4 de Jul de 2019

Eduardo Albuquerque é o proprietário das Radiologias OPI Imagem e Imagem Odontologia. A OPI (Odontologia por Imagem) é pioneira no estado de Roraima na realização de Tomografia Computadorizada Volumétrica (Cone Beam) e Radiologia Digital. Recentemente adquiriu dois CS3600 e nos conta um pouco sobre o processo de decisão e o que mudou em suas clínicas, dia a dia e negócio. DF - Eduardo, conte-nos um pouco da história do seu negócio.Eduardo Albuquerque - Nossa clínica está no mercado há 17 anos e ao longo deste tempo, sempre tivemos uma grande preocupação com nossos colaboradores e clientes. Satisfação é algo no qual somos focados e quando compramos o scanner intraoral CS 3600, conseguimos trazer inovação e tecnologia para o nosso dia a dia. DF- Vocês então sempre se posicionaram como pioneiros no mercado…Eduardo Albuquerque - Fomos os primeiros a trazer a câmera digital, tomografia …com o intuito de oferecer tecnologia, aprender mais e agregar valor à nossa clínica. DF - Como você conheceu os scanners intraorais?Eduardo Albuquerque - O primeiro contato com o scanner intraoral foi na JABRO. Não conhecia muito bem e no evento consegui entender mais. Durante um tempo, fiz vários estudos sobre o produto, valores, ROI e percebemos que era viável. DF - Quais motivos que o fizeram decidir pela compra de um scanner intraoral? Eduardo Albuquerque - Na época da compra, conversei com colegas meus e eles me ajudaram na decisão. O valor do concorrente era muito alto, e outra coisa que me fez escolher a Carestream foi a questão da anuidade.O maior motivo da compra do SC3600 foi nosso intuito em acompanhar a evolução que acontece na área e no Brasil, além de poder tornar a tecnologia conhecida por nossos colegas. Queremos também tornar Roraima um local mais tecnológico. Nos dedicamos muito para que isso acontecesse e com a Dental Factory, isso foi possível. DF - Dentre tantas opções no mercado, o que o fez escolher a Dental Factory?Eduardo Albuquerque - Tive contato com a concorrente na JABRO em seu stand. Vi as propostas da empresa, me mostraram um scanner mais conectado, ocuparam bem o espaço no evento, mas eu ainda precisava pesquisar mais. Ficamos extremamente felizes com a aquisição que fizemos na Dental Factory. DF - Você e sua equipe sentiram dificuldades na transição e utilização do scanner?Eduardo Albuquerque - Quando nossos clientes têm o primeiro contato com o scanner na nossa clínica ou através do delivery, é algo quase instantâneo. Mas no começo foi um pouco difícil convencer os dentistas de que é possível mudar o fluxo tradicional para o digital. O paradigma na cabeça dos dentistas é um empecilho. Tentamos explicar que não é mais preciso ter moldes, segurar impressões digitais nas mãos. Tudo isso é passado. Os ortodontistas, conhecem e veem o maestro funcionando, trazendo medidas, registros de mordida e todas as funcionalidades que o maestro tem. Deste modo é muito rápida a mudança do modelo de gesso para a odontologia digital.Os dentistas de próteses e implantes ficam convencidos que o digital é melhor, por conta da facilidade e precisão do planejamento. A confiança no software é muito grande. Eles realmente conseguem perceber quão vantajoso é o uso do scanner. Tanto financeiramente quanto profissionalmente. DF- Qual sua percepção sobre o atendimento DF?Eduardo Albuquerque - A grande diferença da empresa é o pós-venda. Além de que, tive a oportunidade de conhecer o escritório e fui muito bem tratado. Pude conhecer os setores, e isso é ótimo para construir laços entre as clientes e parceiros. Outra coisa importante a ser pontuada é o comprometimento dos sócios Danilo e Leonardo. Já que a qualidade dos scanner é basicamente a mesma, foi o contato que eu tive com eles que deu o maior peso na decisão. Eles nos mostraram através de suas ideias os paradigmas que temos que quebrar e tudo o que poderemos fazer para sermos tecnológicos e nos destacarmos no mercado. DF- Como o scanner contribuiu para o aumento da receita de sua clínica?Eduardo Albuquerque - Trabalhamos com o sistema de delivery e pra ser sincero o começo não foi fácil. Ligamos para vários colegas e clientes oferecendo o delivery. A insegurança é bem alta por parte deles. Temos que explicá-los e informá-los até eles de fato aceitarem o uso. No entanto, essa é umas das possibilidades. DF - Vocês têm bastante consciência de construção e fortalecimento de mercado através da educação, quebra dos paradigmas e apresentação de novas possibilidades e caminhos. Qual outros diferenciais você considera que seu negócio possui? Eduardo Albuquerque - Ah sim, existe um outro ponto muito importante no uso do scanner: temos uma preocupação com o meio ambiente e essa tecnologia nos permite cuidar do meio em que vivemos. Podemos parar de descartar resíduos que não fazem bem para o meio ambiente, e só temos vantagens com isso.

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