Como avaliar um escaneamento 3D?

Como avaliar um escaneamento 3D?

O fluxo digital tem o seu início no scanner intraoral, ferramenta principal na aquisição das imagens intraorais com alta precisão e fidelidade das informações. Com tanta responsabilidade, a escolha do equipamento deve ser feita com atenção e profundo conhecimento sobre as ferramentas, tipos de exportações, se tem anuidade ou não e tantos outros pontos (que você pode saber mais a respeito clicando aqui).


No entanto, mesmo que tenha sido correta a escolha pelo scanner, vem a fase de uso rotineiro com o scanner, e principalmente, os cuidados e aquisição de conhecimento para uso adequado da ferramenta. Se um escaneamento tem uma captação ruim, e isso independe da marca do equipamento, mas sim da habilidade do operador, todo o fluxo digital pode estar comprometido. Esse comprometimento vai desde o tamanho do arquivo, da dificuldade de realizar o planejamento virtual e erro na finalização do trabalho.

Mas então, como avaliar se um escaneamento está com boa qualidade? Confira 04 pontos principais para uma boa captação de imagens!


Tamanho do arquivo

A tecnologia do scanner está em capturar uma sequência de imagens e transformar o conjunto dessas imagens em um arquivo visual em 3D. Quanto mais imagens capturadas, maior o tamanho do arquivo, que pode sobrecarregar o computador, podendo deixar o scanner mais lento e com dificuldade de processamento. Na etapa de aperfeiçoamento, há necessidade de um tempo maior para refinar o arquivo, podendo haver recortes e perda de dados importantes da imagem. O que fazer nesses casos? Seguir a técnica de escaneamento conforme o fabricante e adquirir bastante prática. Treine bastante!!!


Sobreposição de imagens

Ao escanear, o operador precisa estar atento para que não tome imagens retornando em áreas já escaneadas, isso faz com que o software sobreponha imagens podendo alterar o arquivo e dar diferença na informação. Se tiver dificuldade de escanear uma região específica, melhor iniciar que tentar corrigir a imagem já capturada.


Criação de degrau na junção das imagens

Dependendo da técnica de escaneamento escolhida, há captura das regiões vestibular e lingual por exemplo, ficando como a terceira etapa a junção da oclusal. Pode acontecer, nessa junção, o desalinhamento da malha, criando um degrau e não ficando fiel de acordo com a origem. Para esses casos, é necessário escanear angulando as duas áreas, para que haja a correção e junção das informações.


Falta de informação

Em alguns scanners o software tem a capacidade, ao refinar o arquivo, de completar espaços que não foram corretamente escaneados. No entanto, nessa tentativa, caso o espaço seja muito grande o arquivo pode ficar incompleto ou distorcido. Por isso, quanto melhor a captura, mais precisão terá a finalização do arquivo.


Ficando atento à esses pontos, a maior parte dos erros que você já pode ter enfrentado vai ser corrigido. Claro, que atualização constante, um bom treinamento e bastante prática vão ajudar a ter um fluxo fiel e contínuo.


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